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terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma bicicleta muda o mundo


As fotos acima são da cidade espanhola de Almansa, onde no mês passado foi apresentado o vídeo "Una bici cambia el mundo" na I Semana da Bicicleta, para realizar o concurso de desenho infantil "Dibuja tu ciudad ideal", dirigido a crianças de todos os colégios de Almansa de 6º de primária. 
No ano de 2010, segundo o chefe da polícia da cidade, o oficial Federico Gómez, mesmo com o aumento do número usuários de bicicleta não houve nenhum acidente de trânsito envolvendo ciclistas.
E aqui em Curitiba, estamos indo bem! Já temos um bicicletário na cidade, que fica atrás da Prefeitura. Será que o prefeito vai de bicicleta pro trabalho?






Una bici cambia el mundo from acalmansa on Vimeo.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Exposição coletiva MOB promove a bicicleta no Solar do Barão

mob
Hoje, Quarta-Feira dia 16/03 estreia no Solar do Barão a exposição MOB, uma realização do projeto Arte Bicicleta Mobilidade, que irá expor trabalhos de pessoas ligadas a arte e a política da bicicleta. A programação inclui uma exposição – no melhor da estética bike –, mas também debates, performances e lançamentos de livros.
Um dos destaques é o trabalho da designer Michele Micheletto, que lança no arrastão do Interlux e companhia um “guia defensivo para ciclistas”. “É um fanzine que ensina a gente a se defender”, diz a autora. Michele também encabeça a intervenção “bicicletas brancas”: bikes avariadas são arrumadas, pintadas de branco e coletivizadas. Para usá-las, basta mandar e-mail para bicicletabranca@gmail.com.
O evento encerra em 22 de maio com a fundação da Associação de Ciclistas de Curitiba e região metropolitana. Por vias oficiais, cicloativistas vão monitorar políticas públicas e contabilizar acidentes com ciclistas, entre outras atividades.

Preço:

Entrada franca

Quando:

Abertura: 16/03 às 19h
Em cartaz: 17/03 até 22/05
Terças a sextas das 9h às 12h e 13h às 18h
Sábados, domingos e feriados do 12h às 18h

Onde:

Solar do Barão
(Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro
fonte: Curitiba Mix


questionamentos da 5ª série - fernando franciosi from Stéphany Mattanó on Vimeo.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cicle Cine - Cinemateca de Curitiba - 09/09/09

Nesta quarta-feira tem o Cicle-cine na Cinemateca. Produções independentes de curta-metragem.

O Cicle-cine integra o festival anual Arte Bicicleta Mobilidade, que este ano completa 3 anos. A idéia é reunir a produção cultural que gira em torno da mobilidade, num movimento que pretende mudar a forma como as pessoas vêem a ocupação dos espaços públicos. Os Filmes selecionados para esta edição corroboram nesta tomada da cidade, apresentando os documentos desta conquista. As diversas atividades estão acontecendo em toda a cidade durante todo o mês, culminando na ‘Marcha das Mil Bikes’ no dia 22 de setembro, início da Primavera e o Dia Mundial Sem Carro.











Fonte: http://transportehumano.wordpress.com/2009/09/06/cicle-cine-09-de-setembro/

O carro elétrico fabricado no Brasil

Modelo a ser lançado pela Fiat em 2011, semelhante ao Palio Weekend, tem uma enorme bateria de cloreto de sódio, o sal de cozinha.

Ainda que bivolt (pode ser alimentado a partir de tomadas de 110 ou 220 volts) e com desempenho de cinco centavos por quilômetro rodado, o primeiro carro movido a eletricidade a ser fabricado no Brasil terá motor de apenas 38 cavalos, metade da potência de um carro de 1.000 cilindradas.

Outro fator que deve desanimar os consumidores é a autonomia da sua bateria: apenas 120 quilômetros, um quarto do que roda um carro a combustão sem precisar abastecer. Quanto ao preço, o modelo custaria R$ 150 mil se fosse lançado hoje, o triplo do que se cobra por um Palio Weekend convencional.
Fonte: http://opiniaoenoticia.com.br/economia/negocios/o-carro-eletrico-fabricado-no-brasil/?ga=dptf3

Palio Weekend Elétrico - O Palio Weekend Elétrico nasceu de uma parceria firmada entre a Fiat Automóveis, a hidrelétrica Itaipu Binacional e a empresa suíça KWO, além de outros colaboradores provenientes de empresas de tecnologia e instituições de pesquisa. A deliberação de fazê-lo funcionar unicamente com eletricidade é reflexo do momento que a indústria automobilística vivencia na busca por uma alternativa definitiva de energia limpa e de baixo custo.

O Palio Weekend Elétrico é totalmente movido a energia elétrica. Ele está equipado com um motor que gera potência máxima de 15 Kw (20 cv) e torque máximo de 50 Nm (5,1 kgfm). Sua energia é proveniente de uma bateria de níquel, situada no fundo do porta-malas, e sua autonomia é de 120 km.

Externamente o Palio Weekend Elétrico é idêntico às versões que são movidas a combustível líquido ou gasoso. Porém, é no interior que ele se diferencia dos demais modelos com motor de combustão interna. Ao invés da tradicional alavanca de mudanças de marchas, há um artefato do tipo joystick que pode ser posicionado em três posições – Drive, Neutro e Ré.

Fonte: http://www.mecanicaonline.com.br/especiais/2008/10/salao%2Bdo%2Bautomovel%2Bbrasil/10%2Bfiat.htm


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Evento institui setembro o mês da bicicleta

Paula Melech

Com mais de 1 milhão de veículos nas ruas, Curitiba registra cada vez mais congestionamentos, poluição e dificuldades de locomoção. Pensando em formas de melhorar a mobilidade no trânsito das cidades, artistas, ativistas e grupos que defendem meios alternativos de transporte se uniram no evento Arte Bicicleta Mobilidade e instituíram setembro o mês da bicicleta.

O período não foi escolhido à toa. Este mês acontece também a Semana Nacional do Trânsito, de 18 a 25 e o Dia Mundial Sem Carros, no dia 22, quando será realizada a "Marcha das Mil Bikes".

A série de atividades para cobrar políticas de incentivo e apoio ao uso da bicicleta inicia nesta terça-feira (1), com a terceira edição do Desafio Intermodal, para comparar os diferentes modais e comprovar qual é o mais rápido e o menos poluente.

No Desafio, serão comparados bicicleta, carro, ônibus, motocicleta, pedestres, um corredor e duas pessoas com problemas de acessibilidade. Nas duas edições anteriores, a vencedora com o menor tempo foi a bicicleta. A emissão de poluentes, tempo e gastos de cada modal são analisados por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná e do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec).

"Queremos divulgar uma cultura de mobilidade mais saudável, com o uso da bicicleta ou à pé. A cultura em cima do automóvel chegou ao limite, o planeta não está mais suportando", afirma o coordenador do programa de extensão da UFPR, Ciclovida, José Carlos Belloto.

O Ciclovida realizou cálculos mostrando que uma pessoa que mora a 10 quilômetros do trabalho e faz o trajeto de bicicleta queima 21 mil calorias por mês. Outro ponto positivo é que o ciclista deixa de emitir 96 quilos de poluentes e economiza cerca de R$ 150 mensalmente.

Confira a programação do Arte Bicicleta Mobilidade no site do evento.

domingo, 30 de agosto de 2009

Em Copenhague, 37% da população andam de bicicleta

A capital dinamarquesa é a cidade mais popular da Europa entre os ciclistas. São 350 km de ciclovias em uma cidade limpa e sem ladeiras, o que faz com que 37% das pessoas em Copenhague vão de bicicleta para o trabalho, escola ou universidade. E eles têm preferência nos cruzamentos e nos semáforos.

A cidade vai ser sede da conferência da ONU sobre as mudanças climáticas, em dezembro, e quer provar para o mundo o quanto ela já é verde, além de dizer como pretende cumprir as ambiciosas metas para o futuro. Até 2015, as autoridades de Copenhague esperam que metade da população se locomova de bicicleta.

Para conseguir isso, já há uma ponte que é fechada para carros e planos para ampliar as ciclovias existentes. Também está sendo estudada a criação de um pedágio urbano para desencorajar os motoristas de carros.

A campanha conta com o apoio do príncipe da Dinamarca, que também anda de bicicleta.

"É bom para o clima, mas também para manter a forma e evitar a obesidade, um outro grave problema dos dias de hoje", diz o príncipe Frederik.

Uma pesquisa do departamento de transportes de Copenhague indica que quanto mais pessoas andam de bicicleta, mais segura é a viagem para cada uma delas. O número de ciclistas mortos na cidade caiu pela metade na última década e a maioria dos motoristas não reclama, porque eles também têm bicicletas.

Agora, com a conferência do clima acontecendo na cidade, Copenhague espera servir de inspiração para outras capitais europeias.

Assista o video

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Turismo sustentável - O melhor da Europa!

Fonte: visiteurope.com

Você deseja degustar comidas típicas regionais deliciosas e saudáveis de cada estação, ficar em acomodações inovadoras ou tradicionais administradas por famílias na Europa, viajar de forma ecologicamente correta e socialmente responsável – e pagar preços justos para desfrutar de uma experiência de viagem excepcional?

Turismo sustentável é isso!

Muitas medidas ambientais são tomadas nos bastidores de hotéis, pousadas ou locais de acampamento: por exemplo, conservação da água, lâmpadas que economizam energia elétrica, materiais de limpeza ecologicamente corretos e reciclagem.

Outras medidas o envolvem ativamente como visitante a cidades, campos, montanhas e litoral: bilhetes de transportes públicos para o visitante, informações sobre o meio ambiente do local, atividades de lazer ecologicamente corretas e pratos típicos regionais preparados com produtos locais oferecem uma escolha a você.

Se deseja experimentar o melhor da Europa, dar sua contribuição para o desenvolvimento sustentável do seu destino de passeio e voltar para casa com um sorriso, siga algumas sugestões:

Obtenha informações:

Faça pesquisa prévia para obter uma idéia melhor sobre a riqueza e a diversidade do produto de turismo sustentável em seu país de interesse antes de começar a viagem: sites especiais na Internet e revistas sobre viagens podem ajudá-lo a obter informações sobre as várias ofertas de operadores de turismo, empresas de acomodação, destinos, atrações e atividades de verão e inverno.

Serviços de informações para turistas:

Em alemão

  • www.fairunterwegs.org Informações importantes sobre todos os países, dicas para preparação e estada (em alemão).
  • www.vertraeglich-reisen.de Revista anual impressa e on-line com artigos, dicas e produtos turísticos (em alemão).
  • www.forumandersreisen.de Rede com mais de 100 operadores de turismo especializados que oferecem pacotes de turismo altamente sustentável.
  • www.eco-travel.de Pacotes e serviços de viagem recomendados pelo portal ECO-WORLD (em alemão).
  • www.zukunft-reisen.de Dicas e orientações passo-a-passo para turistas, para ajudá-los a fazer suas opções (em alemão).

Escolha trens e transporte público para viajar até o seu destino e enquanto estiver viajando por ele:

é menos danoso ao meio ambiente e menos estressante para você. “Mobilidade suave”, como é chamada freqüentemente, é possível em todos os destinos; e alguns oferecem até mesmo “cartões de visitantes” para uso gratuito do sistema de transporte público, como na Floresta Negra na Alemanha. E se voar: compense a sua emissão de CO2 fornecendo apoio a algum fundo de compensação de carbono.

  • www.soft-mobility.com Rede européia de destinos e serviços turísticos que oferecem suporte à “mobilidade suave” de seus usuários.
  • www.atmosfair.com Fundo de compensação de carbono.
  • www.alpine-pearls.com Grupo de destinos alpinos que oferecem excelente mobilidade sem a necessidade do seu próprio carro.

Procure por serviços de acomodações com certificação ecológica no destino de sua preferência:

Mais de 3.000 hotéis, locais de acampamento, pousadas, empresas de acomodação de grupos e imóveis de veraneio na Europa receberam um prêmio ecológico por seus altos padrões ambientais.

Peça informações sobre eventos especiais, atrações e atividades que o ajudarão a experimentar a cultura e natureza locais de forma responsável.

Muitas agências de turismo podem fornecer dicas para o turismo responsável e endereços de guias turísticos e agências de viagem locais que cuidam do meio ambiente e das necessidades sociais da população local, ao mesmo tempo em que proporcionam uma experiência sem igual.

“Coma e beba seu destino” no que ele tem de melhor:

Pratos especiais feitos com ingredientes frescos plantados no próprio destino (de forma que utilizem menos transporte aéreo para chegarem à mesa), preparados de forma tradicional ou criativa, com ou sem carne… a escolha é sua. Em alguns destinos, um logotipo de marca regional o ajudará a identificar produtos ou souvenires que ajudam a reforçar a economia local e também garantem emprego e receita para a população local. Peça recomendações à agência de viagens ou a uma loja de alimentos orgânicos.

“Bom dia”, “por favor” e “obrigado”

“Guten Tag", "Bitte" e "Danke schön", "Bonjour", "s’il vous plaît" e "merci"... algumas palavras no idioma local do país que estiver visitando irão surpreender de forma positiva seus anfitriões e as pessoas na rua. As livrarias oferecem guias de viagem práticos para todos os países, com um pequeno dicionário e recomendações especiais para viagens responsáveis.

E:

Muitos hotéis e destinos talvez lhe peçam para contribuir com seus esforços na economia de seus recursos ambientais e sua herança natural, por exemplo, simplesmente usar as mesmas toalhas por mais de um dia ou manter distância de ninhos de pássaros. Faça isso!

Etiquetas ecológicas

Na Europa, há muitos certificados, etiquetas, prêmios e marcas ambientais para serviços de turismo. No total, existem mais de 5.000 empresas de acomodação, praias, marinas, destinos e pacotes turísticos certificados que efetivamente:

  • Protegem a natureza e as paisagens.
  • Compram produtos e alimentos orgânicos locais e ecologicamente corretos.
  • Reduzem o consumo de energia e água e utilizam energia renovável.
  • Garantem o tratamento adequado de esgoto e reciclam o lixo.
  • Utilizam e recomendam o transporte público e ecologicamente correto.
  • Informam aos seus visitantes sobre suas atividades e alternativas ecologicamente corretas.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Metade dos carros pode ser elétricos em 20 anos

Fonte: Opnião e Notícia - 19/11/2008

Carlos Gosh - Wall Street Journal

Um grupo de CEOs do setor automobilístico defendeu que 10% de todos os carros produzidos no mundo sejam elétricos até 2020, e 50% até 2030. A intenção é ajudar a reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera.

A intenção foi expressada no Conselho de CEO, promovido em Washington pelo Wall Street Journal. O brasileiro Carlos Ghosn, executivo-chefe da Renault-Nissan, disse que as fabricantes têm capacidade para começar a produzir em massa este tipo de carro por volta de 2010.


Ghosn ressaltou que a disseminação dos carros elétricos não é a única solução para os problemas energéticos e ambientais. As empresas do setor, continua Ghosn, precisam continuar a buscar melhorias nos motores a gasolina, e é necessário tomar outras medidas para aumentar a eficácia dos veículos.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Chegada em Buenos Aires



Olá todo mundo,

É uma grande satisfação retornar à Capital Argentina.


Como em outras oportunidades que estive aqui, noto uma mistura de sentimentos quando os Argentinos percebem que estão falando com um brasileiro. Um contentamento admiratório, contido até, "uma alegria com alergia". Uma sensação de "seja realmente bem vindo".

Até porque, como Daniel Luz, meu novo amigo me disse, boa parte dos Brasileiros foram responsáveis pela retomada do crescimento econômico aqui com o turismo.

É uma cidade encantadora e muito charmosa. Nos detalhes dos prédios históricos e nos ônibus que mais parecem carros alegoricos.

Percebi muitos ciclistas pelas ruas, porém raros os que utilizam capacete e refletores. Coisa que se nota também é quantidade de carros em péssimas condições e veículos soltando muita fumaça também.

Bem que o Detran podia passar uns dias aqui.

Mas bem, amanhã é o começo do 3º Fórum Humanista Latino Americano, e terei mais noticias e das boas pra contar a vocês.

Um forte abraço!








quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Dicas para uso consciente do carro

Fonte: Instituto Akatu

Aqui você pode conhecer as principais sugestões para o uso mais
sustentável do carro nas grandes cidades, fruto dos debates realizados
na oficina “Uso Consciente do Carro”. A atividade foi promovida pelo
Instituto Akatu, no dia 12 de setembro, na capital paulista, com a
participação de representantes das empresas parceiras do Akatu: Energias
do Brasil, Itaú, Philips, Nestlé, HP, Soluttia e Companhia de Notícias
(CDN), além de integrantes da equipe do próprio Akatu, tendo como
objetivo buscar alternativas e soluções que levem a um uso sustentável
do carro nas grandes metrópoles.

Carona solidária
Como a grande maioria dos carros que rodam em São Paulo leva apenas um
ocupante – a média é de 1,2 ocupante por carro –, uma importante questão
levantada pelos participantes da Oficina foi pensar como otimizar o uso
do carro, colocando um número maior de pessoas dentro do mesmo veículo.

A principal sugestão nessa direção, e apoiada por todos, foi investir na
implantação de um sistema de carona solidária nas empresas e também nas
escolas. Já existem softwares que podem ajudar a combinar horários e
locais para montar um eficiente sistema de carona.

Todos concordaram que a primeira dificuldade a ser enfrentada é provocar
uma mudança de atitude nos motoristas que, tradicionalmente, preferem
rodar sozinhos. Para vencer a resistência inicial, foi sugerido que
tanto empresas quanto escolas apresentem aos seus
funcionários/estudantes os impactos negativos do uso atual do carro nas
grandes cidades, com base no fichário distribuído pelo Akatu, contendo
os efeitos do uso do carro, e apresentando o documentário “Sociedade do
automóvel”, onde diversos impactos são debatidos.


Incentivos para quem aderir à carona solidária
Com o objetivo de incentivar a iniciativa nas empresas, pensou-se em
oferecer aos participantes do programa de carona solidária uma vaga
especial demarcada nos estacionamentos das empresas e divulgar as
escalas de carona inclusive para as chefias dos setores envolvidos, para
que estas auxiliem seus funcionários a se organizar.

Nos colégios, foi sugerido distribuir listas aos pais e responsáveis
para que digam se pretendem ou não participar do sistema de rodízio de
carona.

Metas a serem atingidas com a implantação da carona solidária
Outra sugestão foi estabelecer metas de aumento da ocupação dos carros
nas empresas. A idéia é descobrir qual a média atual de ocupação dos
carros dos colaboradores de uma determinada empresa, fazer a campanha de
sensibilização para os impactos do uso do carro nas grandes cidade,
organizar uma campanha de carona solidária seguindo as sugestões
surgidas na Oficina do Uso Consciente do Carro e então estabelecer
objetivos bem definidos para a implantação da carona solidária. Por
exemplo, se hoje a média é de 1 ocupante por veículo, a idéia poderia
ser que em um ano se tenha 4 ocupantes em 20% dos carros de
colaboradores, o que daria uma média de ocupação aproximada de 1,8
pessoas por carro.

Todas essas medidas ajudam a dar visibilidade aos rodízios de carona,
permitindo a criação de um vínculo social entre os participantes, que
passam a ser identificados positivamente por suas atitudes.

Facilitação do uso da bicicleta
Quando o assunto é estimular o uso de bicicletas no dia a dia da cidade,
as sugestões são diversas. Aumentar o número de ciclovias integradas aos
transportes públicos coletivos aparece como o primeiro passo para
permitir a circulação dos ciclistas em segurança pela cidade. Criar
“bicicletários”, onde quem não possui uma bicicleta possa alugar ou
pegar emprestada uma bicicleta. Seria um modo de expandir o uso desse
meio de transporte positivo para a saúde de quem o adota e para o ar que
todos respiramos.

Às empresas seria pedida a construção de vestiários, com chuveiro, para
que os colaboradores ciclistas, e até mesmo os que venham a pé, possam
adotar esses modos alternativos de locomoção sem temor de se
apresentarem inaquadamente à primeira reunião da manhã.
Como forma de auxiliar os futuros ciclistas, foi também sugerido
desenvolver um guia com indicação dos melhores trajetos para circulação
das bicicletas e fornecer estacionamento gratuito e seguro nas empresas.

Adoção de home office e de horário flexível nas empresas
Horário flexível e possibilidade de trabalhar em casa foram também
idéias aplaudidas por todos como forma de diminuir o uso do carro.
Diversas tarefas podem ser realizadas em casa, em home offices. Além
disso, de um modo geral, não existe um motivo para que todos os
funcionários de uma empresa tenham de chegar e sair todos sempre na
mesma hora. Pode-se abrir espaço para a diversidade de horários,
permitindo não somente o uso consciente do carro, mas do tempo de cada um.

Desmistificação do metrô
Desmistificar o metrô, mostrando que este meio de transporte público é
uma opção viável de meio de locomoção para todas as classes sociais,
também foi apontado pelos participantes como uma ação que estimularia
uma alternativa ao uso diário do automóvel. Além de campanhas com este
intuito, foi sugerido que as empresas coloquem vans ou microônibus
fazendo o trajeto das estações do metrô até a empresa como forma de
facilitar o deslocamento dos funcionários. Os convidados destacaram a
importância de uma política do metrô no sentido de autorizar o
carregamento de bicicletas junto com os passageiros também nos dias de
semana e não apenas nos finais de semana.

Permissão do uso de roupas menos formais
Trocar o salto alto e o terno e gravata por roupas mais casuais foi
outra idéia que surgiu na Oficina para facilitar o uso do metrô, ônibus
e até para aqueles optam por andar a pé ou de bicicleta. As empresas
poderiam ainda fornecer transporte coletivo, em horário determinado,
adotando os ônibus fretados em maior escala e com um maior número de opções.


Expansão do rodízio de veículos e implantação de pedágio urbano
Pedágio para circulação nos locais e horários de maior movimento (como
já acontece no centro de Londres, no Reino Unido) e a expansão do
rodízio para o dia inteiro foram também cogitados na oficina. Foi
sugerido que o dinheiro recolhido pelos pedágios reforçaria o orçamento
municipal para investimento no transporte coletivo.

Dos governos pede-se ainda que façam cumprir as leis de trânsito,
garantindo o respeito à circulação de pedestres, o que daria mais
segurança para as pessoas irem caminhando para o trabalho. Também foram
apontadas as necessidades de ampliação dos corredores para os
transportes públicos, de melhora da qualidade dos serviços de ônibus,
trens e metrôs, além do estabelecimento de metas para o nível de
poluição com monitoramento contínuo dos resultados obtidos e da redução
dos impactos pelo menor uso dos carros.

Desenvolvimento de tecnologias mais limpas
Diminuir os impactos negativos no ambiente e na saúde decorrente da
quantidade excessiva de carros em circulação na cidade foram
preocupações fundamentais dos participantes da oficina. Nesse sentido,
foram elencadas sugestões específicas, como o investimento das empresas
e dos governos em novas tecnologias, mais limpas e sustentáveis a serem
usadas nos carros, diminuindo a geração de resíduos, durante a montagem,
na manutenção (troca de peças) e também na hora do descarte final dos
veículos. As fábricas de automóveis que adotassem materiais recicláveis
em seus componentes e pensassem na cadeia produtiva do veículo como um
todo nessa mesma direção, buscando reduzir o impacto gerado pelo
produto, poderiam ser beneficiadas pelo poder público de alguma forma.

Uso de combustíveis de fontes renováveis
A adoção de combustíveis alternativos, renováveis, menos poluentes e com
menor impacto no aquecimento global foi também destacado pelos
presentes. O incentivo a carros “flex”, possibilitantdo que cada um
possa fazer sua escolha, foi ressaltado como um bom caminho a seguir.
Como sugestão adicional, os táxis da cidade poderiam ser incentivados
pelo governo, por meio de benefícios fiscais, a rodar exclusivamente com
combustíveis renováveis, abandonando definitivamente os combustíveis
fósseis.

Educar os novos motoristas
Foi sugerido incluir tópicos de educação para o consumo consciente do
carro (e do consumo consciente de modo geral) nas escolas e fomentar as
discussões sobre o tema nas associações comunitárias de modo a
contribuir para a modificação da cultura de transportes na cidade – de
um perfil intrinsecamente individualista para um modo mais solidário que
valorize soluções coletivas.

Mãos–à–obra ! Adote essa causa você também no seu dia a dia!

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Bicicleta e política


Publicado em 30/09/2008

Em outra coluna comentei que existem várias formas de fazer política que vão além dos partidos e das eleições. Nos últimos dias tivemos, bem aqui em Curitiba, um exemplo desse tipo de atividade política alternativa, que não espera os partidos e as lideranças tradicionais para apresentar suas propostas. Refiro-me à Bicicletada curitibana, movimento que ocorre há mais de três anos em nossa cidade, cujo objetivo é defender a bicicleta efetivamente como meio de transporte alternativo ao automóvel. Digo “efetivamente” porque todos nós sabemos que as ciclovias de Curitiba não podem ser levadas a sério como vias de locomoção pela cidade.

Apesar de ser um movimento espontâneo, sem líderes e chefes, segundo os seus próprios organizadores, a bicicletada não peca por ingenuidade, pois sabe que qualquer intervenção na cidade deve, para se traduzir em política pública, trafegar pelos caminhos legítimos da política democrática. E é bom que assim seja, pois não seria adequado sugerir que toda e qualquer pessoa tem o direito de interferir no espaço público como bem entende, sem que essa intervenção passe pelo crivo do debate político e das instituições decisórias autorizadas. Se assim fosse, o espaço público ficaria à mercê de qualquer vontade autoritária que desejasse expor aos transeuntes a sua subjetividade.

Seria interessante, porém, que o movimento ensaiasse uma reflexão crítica sobre si mesmo. Há todos os indícios de que a bicicletada expressa os anseios de uma classe média que pode, em função de suas condições materiais privilegiadas e de seu apego à causa ecológica, ver a bicicleta como uma opção ao carro. Seria muito interessante que esse movimento se aliasse aos outros grupos sociais para os quais a bicicleta, ao contrário, é uma necessidade e, não raro, dado o preço do transporte coletivo em Curitiba, a única saída possível. Que se pensasse, portanto, em ciclovias (e manifestações) não apenas nos bairros que compõem o anel central da cidade, mas também, com a mesma qualidade e segurança, nos bairros periféricos.

Renato Perissinotto é cientista político e escreve às terças-feiras.

Fonte: Gazeta do Povo On-Line

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Programação Atualizada Para o Mês de Setembro

Dia 01. Palestra com Claudio Olivier sobre Ivan Illich e a bicicleta – A Revolução se faz em Duas Rodas – na reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

Dia 02. Oficina de Modelagem com Fernando Rosenbaum. Participe da criação de uma escultura coletiva de uma roda. Toda terça às 9hs no Centro de Criatividade do São Lourenço

Dia 04. Música Para Sair do Carro: diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Quintetinho e amigos

Dia 06. Oficina de Agroecologia Urbana – Govardhana. Rua Augusto Stresser, 207 – 10hs -GEAE

08. Debate sobre a malha cicloviaria de Curitiba com participantes da Bicicletada - na reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

09. Projeção do vídeo: O Cavaleiro Destemido – Franceis e Lucas . Esquina das ruas Treze de Maio com Presidente Faria – 18hs

11. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Caê Selector e Projeto Tábua

Reedição da obra BICI com Goto, colaboradores e Bicicletada de Curitiba - Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs

14. Ação-Caminhada dos Jardins Transportáveis com a artista Leila Pugnaloni. Saída: Govardhana, Rua Augusto Stresser, 207 – 10hs - +Info. 3264-­5644

15. Palestra com o Núcleo de Psicologia do Trânsito da UFPR. Local: Reitoria da UFPR – anfiteatro 101 /19hs

Lançamento do Fanzine Gang das Ruas coordenado pelos artistas Rimon Guimarães e C. L. Salvaro

16. Abertura da Exposição Fotográfica “Menos Gasolina, Mais Adrenalina” no Café Zau do Juvevê 19hs

17. Cicloturismo Urbano até o Cachimba – junte seu lixo e venha levá-lo pessoalmente ao aterro sanitário. 9hs na Ciclofaixa da Augusto Stresser (na altura do numero 200)

Retratos, Intervenções urbanas. Os artistas Bruno Machado, Rimon Guimarães e Nicole Lima reeditam sua exposição “3”, dessa vez nas ruas. Ciclistas de estilo e suas respectivas bicicletas terão seus retratos afixados em “molduras” pela cidade.

18. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Performance TAMO

20. Roda Gigante com Raphael Fernandes – Praça Santos Andrade, 10hs da manhã . Venha de bicicleta celebrar a liberdade, ajudando a formar um espaço autônomo, transformando pedaladas em dança. Uma grande roda de bicicletas servira como palco para uma apresentação de dança. Venha de bicicleta formar a roda da festa, a roda da dança, a roda da liberdade.

Dia da Bicicleta na UFPR – Praça Santos Andrade, 10hs. Passeio ciclístico intercampi - chegada no Centro Politécnico com shows, gincanas, bate-papo, venda de bicicletas e muita alegria. Ciclovida UFPR.

21. 1ª Pedalada do Yoga e da Não Violência. 8hs no Govardhana (Rua Augusto Stresser, 207) Venha celebrar a primavera e ahimsa, a não-violência defendida por Mahatma Gandhi.

22. DIA MUNDIAL SEM CARRO – EQUINOCIO DA PRIMAVERA

MARCHA DAS 1000 BIKES - Pedalada pacifica e não violenta pelas ruas do centro de Curitiba. Saída às 18hs do pátio da reitoria da UFPR

Vaga Viva na Rua XV de Novembro, 10hs (altura da Praça Santos Andrade)

Lixeira Viva, Intervenção no mobiliário urbano por Eduardo Feniman (Rua XV de Novembro e Mal. Deodoro – (depois do meio-dia)

Reorganizações Urbanas, Intervenções com o lixo e entulho da região central por gustavoprafrente e Beba Tistelli (na parte da tarde)

Conversa com os candidatos à prefeitura de Curitiba sobre a inserção da bicicleta na cidade. Auditório da Progepe – 14hs

23. Curso de Desenho para Ciclistas com Leila Pugnaloni. + Info. 3264-5644

25. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Mistura Brava e Anomalia Antipoluição

“Venha PINTAR meu carro” - André Mendes oferece seu carro como suporte para quem quiser exercer sua criatividade. Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs

27. GRANDIOSA BICICLETADA de Setembro – celebração da rua, na rua, para o bem-estar da rua! Viva a rua! 10hs no pátio da reitoria da UFPR

28. Andante e Jardinagem Libertaria – uma caminhada livre por Curitiba para plantar arvores e desenvolver a psicogeografia. Saída da Reitoria da UFPR – 9hs

29. Palestra com Antonio Miranda do Ministério das Cidades sobre como anda a questão da bicicleta no Brasil. Local: Reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

Fonte: http://artebicicletamobilidade.wordpress.com

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pedalei hoje

Depois de um mês, voltei a pedalar. Como alguns já sabem, sofri um acidente e acabei tendo meu ombro deslocado com a queda.
Mas o que muitos não sabem é que a culpa foi minha. Não que eu goste de relembrar de acidente nem de coisas tristes. Não quero também me colocar no lugar de vítima ou algo assim.
Aqui em Curitiba, poucos lugares têm ciclovias. No trajeto que percorro até o centro da cidade eu tenho duas opções: utilizar as ruas com o famoso anti-pó ( uma camada de mal feita de asfalto sobre terra, só pra constar que o governo pavimentou a rua ); ou utilizar a Av. República Argentina. Nessa avenida, também, tenho duas opções: utilizar a pista dos carros ou ir pela canaleta, que pela lei, é de uso exclusivo de ônibus biarticulados e viaturas especiais.
Como eu acho coerente ir pela pista de automóveis, até porque a lei me permite trafegar ali, segui essa por essa pista. então.
Mas a lição logo veio. Um cavalheiro ao volante, por descuido, espero, não estava deixando espaço para que eu trafegasse. E como o eram quase 18h, havia muitos carros à frente e era difícil me distanciar desse senhor motorista. Mas o que passou foi que não tive tolerância; conforme eu pedalava quase que batendo com o pedal direito na guia da calçada me irritava mais com a situação de egoísmo daquele cidadão. E aí que errei. Achei que se caísse, ele iria pensar em sua forma de dirigir e passar a respeitar o ciclista. E foi o que aconteceu. Naquele momento eu abusei da sorte e das leis da física. Quase soltando fogo pela boca, tentei ultrapassar esse amigo e passei por uma das várias deformidades da malha asfáltica e em segundos me vi no chão, como se estivesse fazendo flexões.
Isso me custou uma luxação no ombro direito e seis horas de espera dentro do Hospital Cajuru.
E também o garfo da bicicleta.

Agora tenho certeza que todos os males, TODOS, vêm para bem.
Aprendi que devo ter mais paciência com os outros. A gente não pode querer que os outros pensem ou ajam como a gente. Mas podemos ser bons exemplos.

Muita paz, força e alegria.

Bicicletas públicas no Rio serão financiadas por empresa pernambucana


10/07/08

Cientes do aumento do uso da bicicleta como meio de transporte no Rio de Janeiro, os governos estadual e municipal estão se mobilizando para incentivar e facilitar ainda mais a locomoção dos ciclistas. No dia 25 de junho, a Prefeitura do Rio divulgou o nome da empresa Serttel Ltda. como vencedora da licitação do projeto que prevê a implantação de um sistema de transporte público individual na cidade. A Serttel tem sede em Recife e comercializa produtos e serviços aplicados à sinalização semafórica, fiscalização eletrônica, estacionamentos rotativos públicos, monitoramento de frotas e rastreamento de veículos.

Baseado no modelo de bicicletas públicas adotado em Paris, a empresa comprou a idéia e terá a concessão do espaço publicitário nas 500 bicicletas disponibilizadas e em algumas estações, como a do Jardim de Alah, no Leblon, a da Rua Siqueira Campos, em Copacabana, e a da Praça Saens Peña, na Tijuca. Em troca, a Serttel assume o compromisso de fornecer os equipamentos a baixos preços. De acordo com o edital de licitação, a empresa vai ganhar um percentual de 11% sobre o faturamento bruto com a veiculação de publicidade. A companhia tem 180 dias para instalar os bicicletários, que serão distribuídos por 50 estações, com 10 bicicletas em cada. O projeto foi desenvolvido pelo Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos, que coordena o Grupo de Planejamento Cicloviário da Prefeitura.

Os usuários deverão se cadastrar em um sistema para poderem utilizar o serviço. Isso garantirá maior controle sobre quem utiliza o novo sistema. A idéia é que o ciclista use a bicicleta como transporte público e não como forma de lazer ou esporte. Por isso, a primeira hora de aluguel será gratuita, para que o ciclista fique com a bicicleta somente pelo tempo necessário para locomoção de uma estação para a outra. As estações serão distribuídas em cinco regiões: Copacabana, Ipanema/Leblon, Lagoa, Botafogo/Flamengo, Centro e Tijuca.

Na opinião do presidente da ONG Transporte Ativo, José Lobo, que incentiva o uso da bicicleta como meio de transporte alternativo, é preciso um preparo da população para que adoção do sistema no Rio de Janeiro seja eficiente. Isso pode ser feito através de campanhas educativas sobre seu uso, sua importância para a cidade, para o meio ambiente e para a melhoria da qualidade de vida dos cidadãos, além de uma melhoria na infra-estrutura, para oferecer mais segurança aos usuários.

De acordo com José Lobo, pouco está sendo desenvolvido nesse sentido. "O cidadão comum que não anda de bicicleta, porque tem medo de andar no trânsito, vai continuar sem andar, porque o ambiente continua perigoso. Em Paris, foram dois anos de planejamento e preparação e isso não houve por aqui."

O presidente da Transporte Ativo teme que o resultado seja o fracasso da implantação do sistema, pela falta de uso da própria população. "Foi esse o motivo pelo qual em algumas cidades o sistema não deslanchou."

Paula Daibert -











Fonte: http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=17434
Primeira foto: José Lobo - Opinião e notícia
Segunda foto: http://flickr.com/photos/transporte-ativo/