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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Perdão

Para perdoar, pratique esse exercício. Aquiete a mente e pense no amor que Deus tem por você. Pense na pessoa que você quer perdoar e diga a si mesmo: Eu perdoo você. Eu perdoo tudo relativo àquela questão. Eu estou livre e você também. Eu liberto todos aqueles que me machucaram. Eu desejo a eles felicidade e paz. Eu faço isso livremente, alegremente e amorosamente. E sempre que eu pensar nessas pessoas, eu digo: Eu libertei vocês e todas as bênçãos são suas. Eu estou livre e vocês também.
      BK Surendran, Let go and be generous, 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Aprendizado


Dias atrás aprendi que a impaciência, em grande parte das ocasiões, é fruto do egoísmo.
Quando não admitimos uma ocasião, sentimos a derrota de nossos desejos. Ao passarmos por uma situação que não nos é agradável, frustamo-nos pois nossas vontades não são atendidas. Em verdade, nos irritamos por não saber tolerar as circunstâncias que nos rodeiam. Isso não implica numa atitude passiva, e sim, em observar atentamente os fatos e procurar agir da melhor maneira, assim como a água do rio procura contornar as rochas pelo caminho. Agir não violentamente num momento difícil é saber ter paciência (ação de paz) e procurar agir para solucioná-lo de maneira que não afete nada nem ninguém.

Aprendi também há algumas horas, que amar é saber doar boas coisas de si próprio, e saber aceitar as doações das outras pessoas. Os relacionamentos humanos ainda têm o foco no "eu" e não no "nós". Raros são os que pensam no coletivo.

E sei, que este aprendizado é algo que para ser absorvido e praticado diariamente não é fácil, para nós que ainda estamos mergulhados nesse oceano de corrupção e apegos materiais.

Só posso dizer que para sermos felizes, é necessário fazer alguém feliz. Sempre.

Paz a todos.
André Garcia

sábado, 25 de julho de 2009

Trilhas, trilhos


O que mais quero nesse momento é não desejar muitas coisas.

Apenas a simplicidade da Paz,
a observância do respeito,
a claridade do conhecimento,
a busca pela coragem,
o abrigo da paciência
e o equilíbrio da caridade.

Nobreza, vantagens, dinheiro...
com certeza, bobagens. Passageiro!
Aqui muito se deixa.
Deixemos o aroma da amizade verdadeira em cada rua que passarmos.

terça-feira, 17 de março de 2009

Onde mora a paz?


Mudanças são necessárias sempre.

Penso que se não gostasse de mudar ainda estaria lá, em São Paulo. Não que não goste de São Paulo. Tenho boas recordações, bons amigos lá, alguns parentes que ainda não pensaram igualmente ao meu pai.


E onde moro já está de mudanças. Ficando meio parecido com São Paulo, com trânsitos e violências. Coisas que já me fazem pensar em morar numa chácara no meio do Brasil. Lá longe.

Mas aí lembro que nada é por acaso. E se estou por aqui, é porque Ele assim sabe que é melhor pra mim. Não pelo fato de aceitar isso como verdade absoluta, ou simplesmente achar que assim deve ser e ponto final.

Nesse ponto me faz lembrar que "quem faz o lugar é a gente". A paz não mora em um lugar, não é inerente a quem vive no campo ou em qualquer cidade pequena. A paz está dentro de nós. É conquistada quando paramos de criar pensamentos inúteis. Surge quando doamos mais do que pedimos. Quando emitimos pensamentos de amizade, de amor, de bem estar aos que estão ao nosso lado. Mesmo que pareçam pessoas ruins, rudes e violentas.

Acredito que só há paz quando mudamos.

Mudar de hábitos ruins para bons hábitos.

Aí está o começo da paz.

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Multiplas formas de ver seus olhos

Ali estava o palco.
Montado em pleno esplendor da noite que prometia músicas.
Ali estava eu.
Sentado numa velha poltrona a preparar a câmera fotográfica.
Logo depois, ela.
A me fazer sorrir. Achei que me via, mas era a coincidência da direção da estante de partituras.
A tocar todos em harmonia com alegria.
Crianças e adultos sorriam também.
Espero que esses sons felizes se espalhem pelo universo.
Todos precisam disso: de amor, música boa e amigos.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Pedalei hoje

Depois de um mês, voltei a pedalar. Como alguns já sabem, sofri um acidente e acabei tendo meu ombro deslocado com a queda.
Mas o que muitos não sabem é que a culpa foi minha. Não que eu goste de relembrar de acidente nem de coisas tristes. Não quero também me colocar no lugar de vítima ou algo assim.
Aqui em Curitiba, poucos lugares têm ciclovias. No trajeto que percorro até o centro da cidade eu tenho duas opções: utilizar as ruas com o famoso anti-pó ( uma camada de mal feita de asfalto sobre terra, só pra constar que o governo pavimentou a rua ); ou utilizar a Av. República Argentina. Nessa avenida, também, tenho duas opções: utilizar a pista dos carros ou ir pela canaleta, que pela lei, é de uso exclusivo de ônibus biarticulados e viaturas especiais.
Como eu acho coerente ir pela pista de automóveis, até porque a lei me permite trafegar ali, segui essa por essa pista. então.
Mas a lição logo veio. Um cavalheiro ao volante, por descuido, espero, não estava deixando espaço para que eu trafegasse. E como o eram quase 18h, havia muitos carros à frente e era difícil me distanciar desse senhor motorista. Mas o que passou foi que não tive tolerância; conforme eu pedalava quase que batendo com o pedal direito na guia da calçada me irritava mais com a situação de egoísmo daquele cidadão. E aí que errei. Achei que se caísse, ele iria pensar em sua forma de dirigir e passar a respeitar o ciclista. E foi o que aconteceu. Naquele momento eu abusei da sorte e das leis da física. Quase soltando fogo pela boca, tentei ultrapassar esse amigo e passei por uma das várias deformidades da malha asfáltica e em segundos me vi no chão, como se estivesse fazendo flexões.
Isso me custou uma luxação no ombro direito e seis horas de espera dentro do Hospital Cajuru.
E também o garfo da bicicleta.

Agora tenho certeza que todos os males, TODOS, vêm para bem.
Aprendi que devo ter mais paciência com os outros. A gente não pode querer que os outros pensem ou ajam como a gente. Mas podemos ser bons exemplos.

Muita paz, força e alegria.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Princípio

Como há muito tempo eu pretendia, e por recomendações, pedidos e requisições de algumas pessoas queridas, comecei hoje a escrever aqui.

E você deve querer saber por que "Pão integral e circo". Quis brincar com a velha idéia política de "pão e circo" que prevalece ainda nos dias atuais. Para quem não sabe, a política do pão e circo (panem et circenses) foi criada pelos romanos , que prevê o provimento de comida e diversão em detrimento da liberdade, com o objetivo de diminuir ou acabar com os conflitos.

Bem, em breve escreverei mais.

Obrigado pela visita.

Paz, força e alegria!