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terça-feira, 12 de abril de 2011

Uma bicicleta muda o mundo


As fotos acima são da cidade espanhola de Almansa, onde no mês passado foi apresentado o vídeo "Una bici cambia el mundo" na I Semana da Bicicleta, para realizar o concurso de desenho infantil "Dibuja tu ciudad ideal", dirigido a crianças de todos os colégios de Almansa de 6º de primária. 
No ano de 2010, segundo o chefe da polícia da cidade, o oficial Federico Gómez, mesmo com o aumento do número usuários de bicicleta não houve nenhum acidente de trânsito envolvendo ciclistas.
E aqui em Curitiba, estamos indo bem! Já temos um bicicletário na cidade, que fica atrás da Prefeitura. Será que o prefeito vai de bicicleta pro trabalho?






Una bici cambia el mundo from acalmansa on Vimeo.

segunda-feira, 14 de março de 2011

ONU está bastante preocupada com desaparecimento de abelhas no planeta

Ou vivemos em harmonia com a natureza e extinguimos essa arrogância de achar que somos donos da verdade e que podemos sobreviver dentro desta ilusão do lucro a qualquer custo, ou a vida na Terra ficará cada vez mais rara.


André Garcia

 
Polinização em risco
A Agência Ambiental das Nações Unidas alertou em um relatório divulgado na quinta-feira (10) que a população mundial de abelhas vai continuar em declínio a não ser que o homem mude sua maneira de manejar o planeta.

América do Norte, Europa, o Oriente Médio e partes da Ásia foram afetadas com perdas de milhões de abelhas, afirma o relatório. O documento clama para que sejam oferecidos incentivos aos proprietários de terras e fazendeiros para restabelecer o habitat das abelhas, incluindo flores que são essenciais para a perpetuação das abelhas.

O Departamento de Agricultura dos EUA afirmou que as colônias de produção de mel diminuíram: de uma população de 5,5 milhões em 1950 para 2,5 milhões em 2007.

As abelhas são necessárias para polinizar as colheitas que alimentam a crescente população mundial. Das 100 espécies de lavoura que produzem 90% da comida que o mundo consome, mais de 70 são polinizadas por abelhas, segundo o relatório das Nações Unidas.

“Os seres humanos fabricaram a ilusão de que no século 21 eles teriam desenvolvido tecnologias o suficiente a ponto de se tornarem independentes da natureza”, afirmou Achim Steiner, diretor executivo do programa ambiental das Nações Unidas. “As abelhas ressaltam a realidade de que somos mais dependentes dos serviços da natureza em um mundo que está perto dos 7 milhões de habitantes.”

A economia global e o comércio internacional aparentam estar contribuindo para as perdas de abelhas. Novas espécies de petógenos que podem ser mortais para os insetos estão migrando de uma região para outra como resultado das trocas comerciais, diz o relatório.

Peter Neumann, co-autor do relatório, afirmou que a transformação das áreas rurais nos últimos 50 anos incentivou um declínio na população de abelhas e outros polinizadores.

“Nós precisamos ficar atentos sobre o modo como manejamos essas colônias, mas talvez mais importante que isso, precisamos manejar melhor o planeta e as paisagens, para recolocar as populações de abelhas selvagens em níveis salutares com custo-benefício aceitável”, disse Neumann.

Na América do Norte, as perdas de colônias de abelhas melíferas desde 2004 deixaram o continente com o menor nível de polinizadores manejados dos últimos 50 anos.

China e Japão também reportaram recentemente perdas de colônias.

Uma das causas apontadas para o desaparecimento dos insetos é o ácaro Varroa, que matou milheres de abelhas na Europa, América do Norte e no Oriente Médio. África, América do Sul e Austrália não têm problemas com o Varroa.

Fonte: Agência de Notícias de Direitos Animais

domingo, 13 de março de 2011

Mineração poluente

Neste vídeo você irá conhecer a atual modalidade de exploração mineira na Argentina e no mundo. Nele, atores argentinos famosos como, Julieta Dias, Raúl Taibo, Georgina Barbarrossa, Silvia Pérez, Mirta Wons, Gastón Pauls, Laura Azcurra, Carlos Portaluppi, Juan Palomino, Leonor Manso e Celina Font, junto a Cristina Martin (presidenta de Consciência Solidária), explicam este grave flagelo que ameaça a vida sobre o planeta.

Os atores, o diretor, os técnicos e os colaboradores que fizeram possível este vídeo participaram de forma voluntária, se solidarizando com a causa.

Nossa gratidão para todos os que fizeram possível a realização deste audiovisual!

Permitida sua utilização sempre que seja a favor da causa.

Para mais informações, acesse http://www.concienciasolidaria.com.ar/

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Palestra e noite de autógrafos com André Trigueiro em Curitiba

Serviço
Palestra e Noite de autógrafos com André Trigueiro
Dia: 27 de Fevereiro de 2010
Hora: 20:00h
Local: Teatro da FEP - R. Alameda Cabral, 300 - Centro
Informações:
3223-6174

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André Trigueiro revitaliza o tema Ecologia no movimento espírita

Manoel Fernandes Neto

O que o Espiritismo tem a ver com a Ecologia? O que a Ecologia tem a ver com o Espiritismo? Estas duas perguntas estão no âmago do livro “Espiritismo e Ecologia”, do jornalista André Trigueiro, editado pela Federação Espírita Brasileira. A obra, acima de qualquer outra análise, harmoniza as duas ciências e a responsabilidade de cada um de nós como Seres Integrais, Espíritos Imortais, responsáveis pelo Planeta em que vivemos, também parte de nossa trajetória de progresso.

“Espiritismo e Ecologia são ciências afins, sinérgicas, e que sugerem abordagens sistêmicas da realidade, as quais ainda não foram devidamente compreendidas ou aceitas.”, avisa logo no início da obra o autor, um dos mais respeitáveis pesquisadores no Brasil do tema meio ambiente, autor também de outra obra referência da área: “Meio ambiente no século 21” (Editora Sextante, 2003).

Para fundamentar este conceito, Trigueiro não economiza na análise pormenorizada de aspectos doutrinários, dos quais demonstra vasto conhecimento como estudioso espírita há mais de duas décadas. Esta apreciação do autor perpassa, de forma competente, pela derrubada de certos chavões que ouvimos nas casas espíritas, que o autor classifica amorosamente como “frases de efeito”, que tentam justificar a não adoção de forma mais corriqueira do tema Ecologia em palestras e grupos de estudo.

Termos como “O acaso não existe”, “A verdadeira vida é a vida espiritual”, “Eu estou aqui de passagem” são desmontados pelo autor, como um relojoeiro que examina com uma lupa engrenagens que necessitam de depuração para funcionar melhor. “Se deixamos um legado material e espiritual no Planeta – onde poderemos eventualmente reencarnar –, é evidente que, mesmo de passagem, devemos nos preocupar com nossos rastros. Pela lei de causa e efeito, o eventual desperdício ou uso irresponsável dos recursos naturais terá implicações em nosso processo evolutivo”, diz o autor.

Nessa trilha de esclarecimento e honestidade intelectual em relação ao tema Ecologia, André Trigueiro leva na bagagem a mesma fé inabalável adotada pelo Codificador da Doutrina, Allan Kardec, que enalteceu o contraditório da ciência acima de qualquer conceito doutrinário, com o objetivo, segundo o autor, de

(...) atualização do conhecimento e a devida contextualização dos conteúdos doutrinários, a fim de que o Espiritismo se apresente sempre útil para a compreensão da realidade que nos cerca.

O conhecimento destas duas áreas cada vez mais em destaque no dia atual – a espiritual e a ecológica – dá ao livro de André Trigueiro o status de divisor de águas. De um lado, reafirma, dentro das casas espíritas, com o selo da FEB, a importância de olharmos ao nosso redor para os problemas da atualidade, e em que aspecto o Espiritismo pode colaborar com a sociedade. De outro a lado, faz ressurgir o tipo de intelectual do naipe de Herculano Pires, Hermínio Miranda, Deolindo Amorim, entre outros, que não temem assumir, na sociedade global, sua condição de pensador Espírita, não em seu aspecto devoto, mas com as características necessárias de um saber robusto, com coragem de reafirmar a doutrina como ciência.

E com esses atributos, Trigueiro não se furta em comparar Allan Kardec com outro contemporâneo do mestre francês, Ernst Heinrich Haekel, respeitado naturalista criador do tema Ecologia (oecologie), que significa, literalmente, estudo da casa. “A preocupação de utilizar o método científico como base de sustentação para suas teses e princípios unia Kardec e Haeckel. Pode-se dizer, portanto, que tanto um como outro pensou e agiu como cientista”, afirma o autor.

Gaia, padres rabinos e ialorixás

O livro não economiza em referências e pesquisas bibliográficas. Espíritas e não espíritas criam um elo de pensamento único e pujante. Além de Allan Kardec e toda a Codificação, Chico Xavier, Divaldo Franco, Hernani Santana, Jorge Andréa, Wladymyr Sanches, e os desencarnados Emmanuel, Áureo e Joana de Ângelis convivem harmonicamente com nomes de pesquisadores da ciência ecológica, como Jareed Diamond, John Elkington, Fabio Feldmann, James Lovelock.

O resultado é surpreendente pela abrangência e conexão entre as duas áreas. Desta forma, o leitor descobre o que existe em comum entre poluição e psicosfera, Gaia e espíritos da natureza; ou como a Terra está dentro de cada um de nós; ou, ainda, como o consumismo atual foi alertado por lições do Livro dos Espíritos sobre a capacidade de sustento da Terra; ou mesmo a necessidade de respeito aos animais, “nossos irmãos em evolução”, nas palavras de Trigueiro.

Aliás, a Lei da Destruição, contida nas Leis Morais da Doutrina Espírita, merece um capítulo à parte. Nele, o autor ilumina de forma competente ensinamentos que podem ser confundidos, aos menos avisados, com passividade em relação a degradação do Planeta:

Importa reconhecer o gênero de destruição sobre o qual estamos falando. Um, de origem natural, conspira a favor da manutenção da vida; o outro, de origem antrópica, determina impactos negativos sobre os ciclos da natureza, precipitando cenários de desconforto ambiental crescente.

Outro caráter que confere universalidade ao livro “Espiritismo e Ecologia” é sua abrangência ecumênica, valorizando o que fazem e dizem em relação à Ecologia outras correntes religiosas e filosóficas, naquilo que André Trigueiro conceitua como a “Espiritualidade como Valor Universal”. Assim, surgem com destaque, entre outros, o registro de como a Igreja Católica incorpora a consciência ambiental na sua anual Campanha da Fraternidade; ou as reflexões sobre sustentabilidade, de Leonardo Boff, segundo trigueiro “o mais espírita dos católicos”; ou mesmo conceitos do Dalai Lama e do rabino Nilton Bonder, sobre novas atitudes em relação ao Planeta.

Uma citação de Gilberto Gil, trazida por Trigueiro ao livro, ilustra bem essa diversidade, ao demonstrar que a natureza, também para as religiões africanas, é algo sagrado, confirmando a necessidade deste diálogo espiritual ecológico e sustentável em que toda a Humanidade poderá usufruir os resultados: “ (...) em todas as suas práticas rituais e litúrgicas, essas religiões dependem do mundo natural, dependem dos animais e das plantas. Daí a frase, hoje famosa, dita por uma ialorixá da Bahia: ‘Sem folha, não há orixás’ ”.

O livro traz, ainda, um pequeno dicionário ambiental e reflexões de como tornar uma casa espírita sustentável em seu cotidiano.

Ao terminar de ler “Espiritismo e Ecologia”, de André Trigueiro, temos a convicção de que a obra atinge vários objetivos. Um deles, levar os conceitos espíritas para fora das hostes doutrinárias, conversando com um público espiritualista que busca consciência ambiental. Por outro lado, alerta os espíritas de todo o Brasil, dirigentes de sociedades, de que é possível incrementar mais a agenda de sustentabilidade dentro do movimento, em palestras, cursos, seminários, campanhas e atitudes, reafirmando o que Allan Kardec traz em diversas partes de sua a obra: o Espiritismo estará em todas as áreas da sociedade, apontando caminhos para superação de seus desafios e encruzilhadas e colaborando para o progresso dos mundos.

Manoel Fernandes Neto, 47 anos, jornalista, expositor e pesquisador espírita, editor da revista www.novae.inf.br e do portal www.se-novaera.org.br.

Blog de André Trigueiro: www.mundosustentavel.com.br

Fonte: Sociedade Espírita Nova Era www.se-novaera.org.br

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Conselho Distrital denuncia desmatamento em Fernando de Noronha

Fonte: Blog Ciência e Meioa ambiente

O Conselho Distrital de Fernando de Noronha, o correspondente à câmara de vereadores do lugar, mas sem o poder de legislar, encaminhou nesta terça ao Ministério Público Federal denúncia de desmatamento no bairro de Floresta Nova, ao Norte da ilha. O dossiê, ilustrado com fotos tiradas no último final de semana, segundo os conselheiros, mostra um trator abrindo caminho em meio à vegetação.

O documento também registra a ampliação do limite de uma cerca em terreno que os conselheiros dizem ter sido vendido a uma rede hoteleira portuguesa. O terreno fica na Vila da Quixaba, a Oeste da ilha, e é coberto por capim. Servia de pasto, segundo o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), antes do rebanho da ilha ser transferido para o continente por determinação judicial, em 2008.


“O dono nos informou que está limpando a área para implantar lavoura e que a expansão dos domínios da cerca não excedeu os limites da propriedade”, revela Marcos Aurélio da Silva, fiscal do Ibama em Noronha. Ele esteve no local após receber, por ofício, uma ordem de fiscalização do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). “Notificamos o proprietário e estamos aguardando que ele nos encaminhe a documentação comprobatória.”

Leia aqui denúncia encaminhada à Polícia Federal

Sobre a área de Floresta Nova, Marcos Aurélio disse não ter sido oficiado pelo ICMBio. A chefe do Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, ligado ao ICMBio, Fabiana Bicudo, disse que está preparando a ordem de fiscalização. “Não dá pra fazer tudo ao mesmo tempo”, justifica.

A Administração do Distrito Estadual de Fernando de Noronha informa que não se trata de um desmatamento, e sim de limpeza de terreno. E que autorizou a ação. “A área tem 737,86 metros quadrados, dos quais 30% serão construídos. Dos 70% restantes, seguindo orientação do Ibama, 20% serão plantados com vegetação nativa", afirma o diretor de Infraestrutura da ilha, Gustavo Araújo.

Ele disse que algumas árvores nativas foram derrubadas mas a maioria da vegetação da área é composta por linhaça, planta considerada invasora na ilha. “Já a área a ser reflorestada será com espécies nativas”, adianta.

O Ministério Público Federal informa que o procurador para quem o Conselho Distrital enviou o dossiê, Marcos Costa, está de férias e retornará nesta quinta-feira, quando poderá prestar informações.