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quarta-feira, 16 de março de 2011

Exposição coletiva MOB promove a bicicleta no Solar do Barão

mob
Hoje, Quarta-Feira dia 16/03 estreia no Solar do Barão a exposição MOB, uma realização do projeto Arte Bicicleta Mobilidade, que irá expor trabalhos de pessoas ligadas a arte e a política da bicicleta. A programação inclui uma exposição – no melhor da estética bike –, mas também debates, performances e lançamentos de livros.
Um dos destaques é o trabalho da designer Michele Micheletto, que lança no arrastão do Interlux e companhia um “guia defensivo para ciclistas”. “É um fanzine que ensina a gente a se defender”, diz a autora. Michele também encabeça a intervenção “bicicletas brancas”: bikes avariadas são arrumadas, pintadas de branco e coletivizadas. Para usá-las, basta mandar e-mail para bicicletabranca@gmail.com.
O evento encerra em 22 de maio com a fundação da Associação de Ciclistas de Curitiba e região metropolitana. Por vias oficiais, cicloativistas vão monitorar políticas públicas e contabilizar acidentes com ciclistas, entre outras atividades.

Preço:

Entrada franca

Quando:

Abertura: 16/03 às 19h
Em cartaz: 17/03 até 22/05
Terças a sextas das 9h às 12h e 13h às 18h
Sábados, domingos e feriados do 12h às 18h

Onde:

Solar do Barão
(Rua Carlos Cavalcanti, 533 – Centro
fonte: Curitiba Mix


questionamentos da 5ª série - fernando franciosi from Stéphany Mattanó on Vimeo.

sábado, 12 de março de 2011

Mudando os paradigmas da educação

Paradigma (do grego parádeigma) literalmente modelo, é a representação de um padrão a ser seguido. É um pressuposto filosófico, matriz, ou seja, uma teoria, um conhecimento que origina o estudo de um campo científico; uma realização científica com métodos e valores que são concebidos como modelo; uma referência inicial como base de modelo para estudos e pesquisas. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Nesta animação feita pela RSA, ilustra muitíssimo bem a palestra "Mudando os paradigmas da educação", proferida por Sir Ken Robinson, Doutor em Educação. Ele é reconhecido internacionalmente como líder em desenvolvimento da criatividade, inovação e recursos humanos. Trabalhou com governos na Europa, Ásia e Estados Unidos, com agências internacionais, e algumas das principais organizações mundiais de cultura.

Segue o fascinate vídeo, que mostra o quanto nossos métodos de educação estão muitíssimos atrasados ainda no Brasil e no mundo e precisam ser mudados e discutidos seriamente.



(Para ativar a legenda, clique no botão "CC" do lado direito em baixo.)

domingo, 25 de janeiro de 2009

La Belle Verte

Hoje vi (em ótima companhia) um filme maravilhoso. Foi presente de uns colegas do GEAE (Grupo de Estudos de Agricultura Ecológica).

Tem um quê de anti-comodismo formidável nele. Tem um senso de humor francês fantástico. E uma linda mensagem de "viva e deixe viver", "trate os demais como gostaria de ser tratado" a cada instante. Recomendo!

"La belle Verte" teve o nome adaptado para o Brasil como "Turista Espacial".

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Museu Paranaense conta sobre a trajetória dos japoneses no Paraná

Uma típica praça japonesa recepciona os visitantes para a exposição

AEN
Divulgação
Uma típica praça japonesa recepciona os visitantes para a exposição "Japoneses no Brasil: presença e reflexos na sociedade paranaense", em mostra em Curitiba. Em quatro salas de exposição é contada a história da imigração japonesa no Paraná, a partir de objetos cedidos por famílias de descendentes, pelo Consulado Geral do Japão e pela Associação Nipo-Brasileiro de Curitiba.

Fique por dentro da programação da mostra.

“Muito já foi falado sobre a imigração dos japoneses ao Brasil, mas a mostra pretende traçar o olhar histórico, antropológico e a influência da consolidação dos japoneses no Paraná”, conta a antropóloga e curadora da exposição Maria Fernanda Maranhão.

Segundo Márcia Medeiros, curadora e historiadora do Museu, a cultura japonesa é repleta de simbologia e significado. “A dificuldade de traçar uma concepção dentro da exposição é pela diversidade e grande quantidade de objetos. Cada item possui um sentido. Assim, buscamos objetos nas colônias japonesas no Paraná (especialmente a Cacatu em Antonina, fundada em 1917), para preservar o pensamento e não fugir da concepção de mundo deles”.

Maquetes de réplicas de palácios reais abrem o circuito da exposição, dando seqüência ao período feudal japonês (1185 - 1868), representado por quadros, e outros objetos dessa época. As indumentárias também aparecem neste espaço. “É tradição para eles vestir roupas escuras nos casamentos e trajes claros em festas. Nossa idéia é ilustrar a constituição das famílias japonesas, que vieram para o Brasil anos depois”, explica Márcia. O período Edo, marcado pelo isolamento do país e pela transição para a época moderna, é o passo para a vinda dos japoneses. “Quando o período feudal termina e há a assinatura do tratado comercial com os americanos, é que vai ocorrer a imigração”.

Os chinelos japoneses guiam o visitante para a chegada do navio Kasato-Maru ao Brasil, em 1908. A vinda das famílias ao Paraná em 1913, a formação de novas famílias e a consolidação delas no estado é redesenhada a partir de malas, trazidas do Japão por um imigrante, de documentos e passaportes e em diversas fotografias da construção de escolas e colônias. “Os japoneses têm uma cultura singular por saberem preservar suas origens. Quando duas culturas se encontram, nenhuma delas se perde. Ambas absorvem aspectos da outra, mas há a preservação das raízes. Essa é a verdadeira cidadania, saber quem é”, acredita a historiadora.

Há o destaque ainda para o Ukroe – arte tradicional que reflete o desejo dos japoneses por um “mundo flutuante”. Além de uma pequena revista, origem do, hoje famoso, mangá - histórias em quadrinhos tradicionais do país do sol nascente.

A terceira sala apresenta a espiritualidade do povo, com objetos que trazem sorte. Contém ainda baralhos e outras brincadeiras dos japoneses. Mas é no quarto e último espaço que o chanoyu - ritual japonês para o cerimonial e apreciação do chá - aparece. Toda a disposição dos itens tem um porquê na tradição, por isso uma nikei e uma japonesa compuseram a mesa com os utensílios usados (colher de bambu, cerâmica e almofadas). O ritmo é um lugar de meditação e contemplação, assim como a decoração da cerâmica significa a apreciação do belo. Por mais simples que seja a residência, os japoneses e os descendentes conservam a tradição de consumir o chá”, explica Marcia.