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domingo, 28 de novembro de 2010

I Encontro de Cultura e Comunicação do Instituto Federal do Paraná (IFPR)

Encontro que fortalece a comunicação em Curitiba promove duas palestras interessantes sobre o tema. 
André

Programação

O I Encontro de Cultura e Comunicação do IFPR será composto por duas palestras de abertura, no dia 01 de dezembro (quarta-feira), das 18h30 às 22h30, e por oito oficinas, que serão realizadas nos dias 01, 02 e 03 de dezembro. Não há necessidade de inscrição para as palestras, apenas para as oficinas.

Confira a programação:

PALESTRAS
Data: 01 de dezembro
Local: Auditório do IFPR Campus Curitiba

18h30: Recepção
19h00: Solenidade de abertura
19h30: Palestra Quando a arte encanta o jornalismo
Palestrante:  Luiz Andrioli
21h00: Palestra Comunicação. Marketing. Cultura. Estratégias e Ações Culturais nas organizações
Palestrante: Maria Christina Andrade Vieira
 

IFPR Campus Curitiba
João Negrão, 1285
Como chegar de ônibus
(linhas que passam nas proximidades)

Alcides Munhoz / J. Botânico
Bom Retiro / PUC
Canal Belêm
Circular Centro (anti-horário)
CTBA / Apolo
CTBA / Braga
CTBA / Guatupê
CTBA / Independência
CTBA / Jd. Cristal
CTBA / Jd. Ipê
CTBA / Jd. Izaura
CTBA / Pedro Moro
CTBA / Posto Paris
CTBA / PUC
CTBA / Quisisana
CTBA / Roseira
CTBA / São José
CTBA / Urano
CTBA / Xingu
Erasto Gaertner
Executivo / Aeroporto
Guabirotuba
Jd Centauro
Jd Itiberê
Menonitas
Petrópolis
Prado Velho / Pedro Moro
Raquel Prado / Puc
Solitude
Sta. Barbara
Tuiuti / Torres
Uberaba
V. São Paulo
Biarticulado Santa Candida / Capão Raso
Biarticulado Pinhais / Rui Barbosa
Biarticulado Centenário / Campo Comprido

Para estacionar (apenas sugestão, não há convênio)
Auto Park Estacionamentos
Rua João Negrão, 1251
 

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Lançada em Curitiba a Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária

A Rede reúne comunicadores e comunicadoras de vários estados brasileiros que atuam em defesa da reforma agrária e contra a criminalização dos movimentos sociais que atuam em sua defesa.

Por Anderson Moreira - 24/06/2010

O ato de lançamento da Rede aconteceu nesta quarta (23) na APP-Sindicato e contou com a presença de militantes de movimentos sociais e partidos políticos, estudantes e jornalistas. A Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária já conta com várias adesões. A participação é aberta a todas as pessoas interessadas e compromissadas com os valores do manifesto de lançamento (entre aqui para ver o manifesto e veja aqui como fazer parte).

Michele Torinelli, da Comissão Paranaense Pró-Conferência de Comunicação (CPC) e do Coletivo Soylocoporti, fez um histórico da articulação e mobilização da CPC com as organizações sociais do Paraná, que representaram o Estado na 1ª Conferência Nacional de Comunicação, realizada no ano passado em Brasília. O Paraná realizou 14 pré-conferências, como as de Comunicação e Juventude e de Comunicação e Cultura. Michele destacou ainda algumas propostas aprovadas na Confecom, entre elas a que prevê a instituição de mecanismos de fiscalização dos meios de comunicação (controle social), a que defende a inclusão na Constituição Federal da comunicação como direito humano e a criação dos Conselhos Municipais, Estaduais e Nacional de Comunicação. Para Michele, "assim como a comunicação é um direito humano, a terra também é". Segundo ela, a Rede de Comunicadores deverá atuar em três frentes: uma estrutural, uma que fortaleça a comunicação popular e alternativa e outra que se dedique à formação de novos comunicadores e comunicadoras.

Para Aniela Almeida, do Sindicato dos Jornalistas do Paraná, os desafios da Rede são descobrir formas de fazer com que os jornalistas que atuam nos grandes veículos de comunicação do Estado se sensibilizem com as questões sociais e difundir os temas relacionados aos movimentos sociais à população em geral. Para ela, o Paraná tem um papel estratégico na atuação da Rede por ser um Estado com forte produção agrícola.

João Brant, do Intervozes (Coletivo Brasil de Comunicação), destacou dados que justificam a criação da Rede de Comunicadores. Segundo ele, 0,91% dos proprietários de terras do país (cerca de 15 mil latifundiários) concentram 43% das áreas agricultáveis. É um contraste muito grande comparado ao que se fez de reforma agrária até hoje. Nos meios de comunicação, Brant aponta que o quadro é de concentração e de um discurso em uníssono contra a reforma agrária. Por isso a importância de uma Rede que permita uma "coesão em torno de uma pauta comum e o trabalho conjunto" de comunicadores e comunicadoras. "Quando falamos em comunicadores não nos referimos apenas a jornalistas com diploma e radialistas com diploma, mas a um conjunto de pessoas que atuam em comunicação, como blogueiros, rádios comunitárias e outros meios", afirma. Para João Brant, os desafios da Rede são criar um espaço de resistência e "contra-informação" (em oposição ao que a grande mídia "informa"), e preparar os movimentos sociais para enfrentamento da CPMI da Terra.

O blog da Rede de Comunicadores pela Reforma Agrária é http://www.reformaagraria.blog.br. Contatos da Rede no Paraná: (41) 8835-4959 (Pedro Carrano) e 9993-0488 (Rachel Bragatto)

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Cicle Cine - Cinemateca de Curitiba - 09/09/09

Nesta quarta-feira tem o Cicle-cine na Cinemateca. Produções independentes de curta-metragem.

O Cicle-cine integra o festival anual Arte Bicicleta Mobilidade, que este ano completa 3 anos. A idéia é reunir a produção cultural que gira em torno da mobilidade, num movimento que pretende mudar a forma como as pessoas vêem a ocupação dos espaços públicos. Os Filmes selecionados para esta edição corroboram nesta tomada da cidade, apresentando os documentos desta conquista. As diversas atividades estão acontecendo em toda a cidade durante todo o mês, culminando na ‘Marcha das Mil Bikes’ no dia 22 de setembro, início da Primavera e o Dia Mundial Sem Carro.











Fonte: http://transportehumano.wordpress.com/2009/09/06/cicle-cine-09-de-setembro/

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Evento institui setembro o mês da bicicleta

Paula Melech

Com mais de 1 milhão de veículos nas ruas, Curitiba registra cada vez mais congestionamentos, poluição e dificuldades de locomoção. Pensando em formas de melhorar a mobilidade no trânsito das cidades, artistas, ativistas e grupos que defendem meios alternativos de transporte se uniram no evento Arte Bicicleta Mobilidade e instituíram setembro o mês da bicicleta.

O período não foi escolhido à toa. Este mês acontece também a Semana Nacional do Trânsito, de 18 a 25 e o Dia Mundial Sem Carros, no dia 22, quando será realizada a "Marcha das Mil Bikes".

A série de atividades para cobrar políticas de incentivo e apoio ao uso da bicicleta inicia nesta terça-feira (1), com a terceira edição do Desafio Intermodal, para comparar os diferentes modais e comprovar qual é o mais rápido e o menos poluente.

No Desafio, serão comparados bicicleta, carro, ônibus, motocicleta, pedestres, um corredor e duas pessoas com problemas de acessibilidade. Nas duas edições anteriores, a vencedora com o menor tempo foi a bicicleta. A emissão de poluentes, tempo e gastos de cada modal são analisados por pesquisadores da Universidade Federal do Paraná e do Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento (Lactec).

"Queremos divulgar uma cultura de mobilidade mais saudável, com o uso da bicicleta ou à pé. A cultura em cima do automóvel chegou ao limite, o planeta não está mais suportando", afirma o coordenador do programa de extensão da UFPR, Ciclovida, José Carlos Belloto.

O Ciclovida realizou cálculos mostrando que uma pessoa que mora a 10 quilômetros do trabalho e faz o trajeto de bicicleta queima 21 mil calorias por mês. Outro ponto positivo é que o ciclista deixa de emitir 96 quilos de poluentes e economiza cerca de R$ 150 mensalmente.

Confira a programação do Arte Bicicleta Mobilidade no site do evento.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Programação Atualizada Para o Mês de Setembro

Dia 01. Palestra com Claudio Olivier sobre Ivan Illich e a bicicleta – A Revolução se faz em Duas Rodas – na reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

Dia 02. Oficina de Modelagem com Fernando Rosenbaum. Participe da criação de uma escultura coletiva de uma roda. Toda terça às 9hs no Centro de Criatividade do São Lourenço

Dia 04. Música Para Sair do Carro: diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Quintetinho e amigos

Dia 06. Oficina de Agroecologia Urbana – Govardhana. Rua Augusto Stresser, 207 – 10hs -GEAE

08. Debate sobre a malha cicloviaria de Curitiba com participantes da Bicicletada - na reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

09. Projeção do vídeo: O Cavaleiro Destemido – Franceis e Lucas . Esquina das ruas Treze de Maio com Presidente Faria – 18hs

11. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Caê Selector e Projeto Tábua

Reedição da obra BICI com Goto, colaboradores e Bicicletada de Curitiba - Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs

14. Ação-Caminhada dos Jardins Transportáveis com a artista Leila Pugnaloni. Saída: Govardhana, Rua Augusto Stresser, 207 – 10hs - +Info. 3264-­5644

15. Palestra com o Núcleo de Psicologia do Trânsito da UFPR. Local: Reitoria da UFPR – anfiteatro 101 /19hs

Lançamento do Fanzine Gang das Ruas coordenado pelos artistas Rimon Guimarães e C. L. Salvaro

16. Abertura da Exposição Fotográfica “Menos Gasolina, Mais Adrenalina” no Café Zau do Juvevê 19hs

17. Cicloturismo Urbano até o Cachimba – junte seu lixo e venha levá-lo pessoalmente ao aterro sanitário. 9hs na Ciclofaixa da Augusto Stresser (na altura do numero 200)

Retratos, Intervenções urbanas. Os artistas Bruno Machado, Rimon Guimarães e Nicole Lima reeditam sua exposição “3”, dessa vez nas ruas. Ciclistas de estilo e suas respectivas bicicletas terão seus retratos afixados em “molduras” pela cidade.

18. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Performance TAMO

20. Roda Gigante com Raphael Fernandes – Praça Santos Andrade, 10hs da manhã . Venha de bicicleta celebrar a liberdade, ajudando a formar um espaço autônomo, transformando pedaladas em dança. Uma grande roda de bicicletas servira como palco para uma apresentação de dança. Venha de bicicleta formar a roda da festa, a roda da dança, a roda da liberdade.

Dia da Bicicleta na UFPR – Praça Santos Andrade, 10hs. Passeio ciclístico intercampi - chegada no Centro Politécnico com shows, gincanas, bate-papo, venda de bicicletas e muita alegria. Ciclovida UFPR.

21. 1ª Pedalada do Yoga e da Não Violência. 8hs no Govardhana (Rua Augusto Stresser, 207) Venha celebrar a primavera e ahimsa, a não-violência defendida por Mahatma Gandhi.

22. DIA MUNDIAL SEM CARRO – EQUINOCIO DA PRIMAVERA

MARCHA DAS 1000 BIKES - Pedalada pacifica e não violenta pelas ruas do centro de Curitiba. Saída às 18hs do pátio da reitoria da UFPR

Vaga Viva na Rua XV de Novembro, 10hs (altura da Praça Santos Andrade)

Lixeira Viva, Intervenção no mobiliário urbano por Eduardo Feniman (Rua XV de Novembro e Mal. Deodoro – (depois do meio-dia)

Reorganizações Urbanas, Intervenções com o lixo e entulho da região central por gustavoprafrente e Beba Tistelli (na parte da tarde)

Conversa com os candidatos à prefeitura de Curitiba sobre a inserção da bicicleta na cidade. Auditório da Progepe – 14hs

23. Curso de Desenho para Ciclistas com Leila Pugnaloni. + Info. 3264-5644

25. Música Para Sair do Carro – diversas apresentações acontecendo na hora do rush para estimular os motoristas a saírem da bolha – Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs - Mistura Brava e Anomalia Antipoluição

“Venha PINTAR meu carro” - André Mendes oferece seu carro como suporte para quem quiser exercer sua criatividade. Cruzamento das Ruas Augusto Stresser e Barão de Guaraúna – 18hs

27. GRANDIOSA BICICLETADA de Setembro – celebração da rua, na rua, para o bem-estar da rua! Viva a rua! 10hs no pátio da reitoria da UFPR

28. Andante e Jardinagem Libertaria – uma caminhada livre por Curitiba para plantar arvores e desenvolver a psicogeografia. Saída da Reitoria da UFPR – 9hs

29. Palestra com Antonio Miranda do Ministério das Cidades sobre como anda a questão da bicicleta no Brasil. Local: Reitoria da UFPR – anfiteatro 101 / 19hs

Fonte: http://artebicicletamobilidade.wordpress.com

sábado, 30 de agosto de 2008

Depois do Fórum


Depois de mais de um mês de ausência, estou aqui, com tempo agora, para escrever.

Participei da maravilhosa equipe organizadora do III Fórum Humanista Brasileiro, que se realizou no prédio da Reitoria da UFPR em Curitiba.

Foi um intenso fim de semana, com muitas conversas construtivas, propostas interessantes e pacíficas em torno de temas como Mídia, Educação, Espiritualidade, Saúde e muitos outros.
Cerca de 250 pessoas estiveram presente, propondo muitas ações já ao final do terceiro dia.


A maioria dos participantes levaram consigo uma grande porção de otimismo, força e alegria, vendo que só veremos uma mudança positiva no mundo se nós fizemos parte da mudança. Querer é poder. Somente percorrendo o caminho da verdade, da justiça, da não-violência, da coerência e da fraternidade é que poderemos fazer evaporar nossas imperfeições morais. E para isso, basta querer. Querer e fazer.

"Seja a mudança que você quer ver no mundo." Gandhi.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Museu Paranaense conta sobre a trajetória dos japoneses no Paraná

Uma típica praça japonesa recepciona os visitantes para a exposição

AEN
Divulgação
Uma típica praça japonesa recepciona os visitantes para a exposição "Japoneses no Brasil: presença e reflexos na sociedade paranaense", em mostra em Curitiba. Em quatro salas de exposição é contada a história da imigração japonesa no Paraná, a partir de objetos cedidos por famílias de descendentes, pelo Consulado Geral do Japão e pela Associação Nipo-Brasileiro de Curitiba.

Fique por dentro da programação da mostra.

“Muito já foi falado sobre a imigração dos japoneses ao Brasil, mas a mostra pretende traçar o olhar histórico, antropológico e a influência da consolidação dos japoneses no Paraná”, conta a antropóloga e curadora da exposição Maria Fernanda Maranhão.

Segundo Márcia Medeiros, curadora e historiadora do Museu, a cultura japonesa é repleta de simbologia e significado. “A dificuldade de traçar uma concepção dentro da exposição é pela diversidade e grande quantidade de objetos. Cada item possui um sentido. Assim, buscamos objetos nas colônias japonesas no Paraná (especialmente a Cacatu em Antonina, fundada em 1917), para preservar o pensamento e não fugir da concepção de mundo deles”.

Maquetes de réplicas de palácios reais abrem o circuito da exposição, dando seqüência ao período feudal japonês (1185 - 1868), representado por quadros, e outros objetos dessa época. As indumentárias também aparecem neste espaço. “É tradição para eles vestir roupas escuras nos casamentos e trajes claros em festas. Nossa idéia é ilustrar a constituição das famílias japonesas, que vieram para o Brasil anos depois”, explica Márcia. O período Edo, marcado pelo isolamento do país e pela transição para a época moderna, é o passo para a vinda dos japoneses. “Quando o período feudal termina e há a assinatura do tratado comercial com os americanos, é que vai ocorrer a imigração”.

Os chinelos japoneses guiam o visitante para a chegada do navio Kasato-Maru ao Brasil, em 1908. A vinda das famílias ao Paraná em 1913, a formação de novas famílias e a consolidação delas no estado é redesenhada a partir de malas, trazidas do Japão por um imigrante, de documentos e passaportes e em diversas fotografias da construção de escolas e colônias. “Os japoneses têm uma cultura singular por saberem preservar suas origens. Quando duas culturas se encontram, nenhuma delas se perde. Ambas absorvem aspectos da outra, mas há a preservação das raízes. Essa é a verdadeira cidadania, saber quem é”, acredita a historiadora.

Há o destaque ainda para o Ukroe – arte tradicional que reflete o desejo dos japoneses por um “mundo flutuante”. Além de uma pequena revista, origem do, hoje famoso, mangá - histórias em quadrinhos tradicionais do país do sol nascente.

A terceira sala apresenta a espiritualidade do povo, com objetos que trazem sorte. Contém ainda baralhos e outras brincadeiras dos japoneses. Mas é no quarto e último espaço que o chanoyu - ritual japonês para o cerimonial e apreciação do chá - aparece. Toda a disposição dos itens tem um porquê na tradição, por isso uma nikei e uma japonesa compuseram a mesa com os utensílios usados (colher de bambu, cerâmica e almofadas). O ritmo é um lugar de meditação e contemplação, assim como a decoração da cerâmica significa a apreciação do belo. Por mais simples que seja a residência, os japoneses e os descendentes conservam a tradição de consumir o chá”, explica Marcia.