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sexta-feira, 22 de abril de 2011

Criatividade na floresta

Sabe aquela composição do Bach, Jesus Alegria dos Homens?


Que tal construir um enorme xilofone para essa música no meio de uma floresta e deixá-lo ser tocado por uma esfera de madeira?

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

“Birds on the wires”, uma música a partir de uma foto



Gravado em 14 de novembro de 2009, este vídeo abaixo mostra a incrível capacidade criativa de Jarbas Agnelli, publicitário e músico paulistano que ao observar uma imagem (acima) feita pelo fotógrafo Paulo Pinto, pode "ver" uma pauta musical.


TEDxSP 2009 - Jarbas Agnelli: "Birds on the Wires", uma música e sua história from TEDxSP on Vimeo.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Relatório na Câmara extingue Ecad

As novas regras estão no substitutivo do deputado Alexandre Cardoso (PSB-RJ) ao Projeto de Lei 2850/03, da Comissão de Legislação Participativa (CLP – Criada em 2001, tornou-se um novo mecanismo para a apresentação de propostas de iniciativa popular.


Recebe propostas de associações e órgãos de classe, sindicatos e demais entidades organizadas da sociedade civil, exceto partidos políticos. Todas as sugestões apresentadas à comissão são examinadas e, se aprovadas, são transformadas em projetos de lei, que são encaminhados à Mesa Diretora da Câmara e passam a tramitar normalmente.). O projeto tem origem em uma sugestão da Casa do Compositor Musical.

O texto extingue o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad) e cria, em seu lugar, o Centro de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais (Cadda), sujeito a regras mais rígidas. “A relação dos artistas e produtores com o Ecad tem sido conflituosa”, justifica o relator.


Alexandre Cardoso explica porque quer acabar com o Ecad. Para ouvir a reportagem completa da Rádio Câmara, clique aqui.

Segundo ele, o Ecad executa com proficiência o recolhimento antecipado dos valores devidos aos artistas pelos direitos sobre as suas obras, mas os registros dos repasses não são publicados com regularidade, o que dificulta a fiscalização.

O deputado ressalta que o objetivo é assegurar o recebimento do dinheiro pelos artistas. “Se você conversar com cem compositores, todos vão dizer que o Ecad não cumpre a função de distribuir o valor arrecadado, e há compositores obrigados a viver de favores pessoais. Aonde está indo o dinheiro? Então, o projeto dá transparência, acaba com uma estrutura dirigida pelo mesmo grupo há 15 anos e, principalmente, cria a certeza de que o artista vai receber o dinheiro devido”, explica.

O projeto original criava uma nova lei sobre direitos autorais, e o substitutivo apenas modifica a lei atual (9.610/98). A lei garante ao autor o direito exclusivo sobre a sua obra literária, artística ou científica. Segundo a legislação, depende de autorização prévia e expressa do autor o uso de qualquer obra, por meio de quaisquer modalidades.

Gastos limitados
Com o objetivo de evitar irregularidades, o Cadda terá os seus gastos limitados a 20% do valor bruto recolhido com direito autoral, e passará por uma auditoria independente das suas contas a cada dois anos. O substitutivo estabelece que 2% da arrecadação bruta do novo órgão serão destinados a um fundo privado que viabilize projetos sociais e assistenciais em benefício dos autores associados. Ao fundo, também serão incorporados os créditos arrecadados e não reclamados após três anos.

Conforme a proposta, o órgão máximo do Cadda será um conselho diretor com cinco integrantes com mandatos de três anos, eleitos pelas associações sem fins lucrativos para o exercício e defesa dos direitos de autores. Porém, a filiação a essas associações não será necessária para receber o dinheiro do direito autoral.

O substitutivo prevê que o Ministério da Cultura estabelecerá as condições de incorporação do patrimônio, valores, recursos humanos e conhecimentos técnicos adquiridos pelo Ecad. A sede do Cadda ficará no Distrito Federal, e poderá haver escritórios regionais.

Contratos
Para proteger os autores das obras musicais, o texto do deputado Alexandre Cardoso cria regras para os contratos de edição. Segundo a legislação atual, o editor pode ser autorizado, em caráter de exclusividade, a publicar a obra e a explorá-la pelo prazo e condições pactuadas. O substitutivo de Cardoso estabelece que a taxa de participação do editor musical não excederá 20% do valor do contrato. Além disso, determina que o editor apresente a cada seis meses uma prestação de contas ao autor.

O projeto original previa a criação de uma entidade assistencial de amparo aos compositores. Porém, o relator considerou essa medida “inoportuna, por se tratar de uma possível fonte de gastos abusivos dos direitos do autor e de outras irregularidades”.

Projeto do governo
Está em consulta pública no Ministério da Cultura, até 20 de julho, um anteprojeto de lei que também altera a Lei de Direitos Autorais, fixando regras mais rígidas para o Ecad. O texto prevê que o Ministério da Cultura passará a supervisionar a atuação da entidade, que terá as suas atividades submetidas também aos sistemas brasileiros de Defesa da Concorrência e de Defesa do Consumidor.

* Fonte: Agência Câmara de Notícias (Lara Haje e Alexandre Pôrto)

http://www.culturaemercado.com.br/noticias/relatorio-na-camara-extingue-ecad/

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

A educação e a música

Momento Espírita


A música faz parte da História da Humanidade desde os mais remotos tempos.

As pinturas rupestres, achadas em sítios arqueológicos, e que descrevem a rotina de grupamentos humanos primitivos sugerem danças e uso de instrumentos musicais.

A História das civilizações antigas é repleta de manifestações musicais, algumas delas ligadas a rituais religiosos ou a festas tradicionais de cada povo.

Desde a vida intrauterina a música parece influir no bebê. Mulheres grávidas relatam menor agitação da criança quando escutam música suave.

Durante os primeiros meses de vida a criança já mostra percepção musical. Estudos demonstram que os recém-natos parecem se acalmar ao ouvir uma melodia suave.

As crianças comumente se alegram quando ouvem música e, nessa fase da vida, podemos influenciar seu gosto musical através do hábito.

Entre os séculos XIII e XIX a Humanidade foi presenteada com compositores que criaram um estilo de música elevado, conhecido hoje como música clássica e erudita, que significa música de qualidade.

Entre os compositores desse período estão Johann Sebastian Bach, Ludwig van Beethoven, Wolfgang Amadeus Mozart, Frederic Chopin.

Esse tipo de música, originalmente composta na Europa, ganhou adeptos no mundo todo. Hoje, grandes orquestras em todos os países se dedicam a apresentar obras desses gênios da Humanidade.

Beethoven costumava dizer que Deus se comunicava com ele através da música. Mozart dizia que a música não era sua, mas sim fruto de uma inspiração superior.

Muitas composições de Bach foram influenciadas por sua religiosidade e até hoje emocionam o mundo, como o famoso Oratório de Natal.

Os espectadores de um concerto de música clássica sentem-se comumente enlevados, desfrutando de uma emoção muitas vezes indescritível.

Comumente tal gosto musical se associa a outros hábitos culturais. Por este motivo esse estilo musical é também chamado erudito, palavra que significa vasta cultura.

A platéia dos concertos clássicos costuma manter-se em silêncio, comportamento bastante diverso das apresentações de estilos musicais populares que convidam à agitação.

No entanto, ainda hoje, em muitas sociedades, o gosto pela música clássica não é o que predomina, talvez porque tal estilo não seja apresentado às crianças.

Assim como a educação formal é necessária para que a criança aprenda a ler e a escrever, e desenvolva um conhecimento básico que a habilite para sua vida, a educação musical pode formar o hábito do indivíduo.

Ao ouvir música de elevada qualidade desde a infância, o indivíduo poderá incorporá-la a seus hábitos com maior facilidade.

Educar é desenvolver a capacidade física, intelectual, moral e afetiva de um indivíduo. Educar uma criança é uma tarefa da mais alta responsabilidade.

É dever de quem educa mostrar caminhos de qualidade a uma criança e dar a ela bases morais para escolher o caminho que, mais tarde, usando seu livre-arbítrio, ela escolherá.

Redação do Momento Espírita.

Em 18.02.2010.

www.momento.org.br

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Aprovado projeto que isenta impostos sobre instrumentos musicais importados


COMISSÕES / Educação e Cultura
18/08/2009 - 14h17


[Foto: ]

Projeto de lei que concede isenção fiscal a instrumentos musicais importados foi aprovado, nesta terça-feira (18) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). A proposta, de autoria do senador Cristovam Buarque (PDT-DF), ainda será examinada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.

Pela proposta (PLS 345/06), os instrumentos importados serão beneficiados com a isenção do Imposto de Importação, bem como das contribuições aos programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

De acordo com o autor, músicos, bandas e orquestras enfrentam dificuldades para adquirirem ou renovarem seus instrumentos musicais em razão da alta incidência de impostos e contribuições. Cristovam Buarque informou, na justificação do projeto, que a carga tributária para os instrumentos fabricados no Brasil aumenta o preço final dos instrumentos em 45%. Já o preço final dos instrumentos importados, destacou, recebe ainda o impacto do Imposto de Importação (entre 10 e 18%), do PIS/Pasep-importação (1,65%) e do Cofins-importação (7,6%).

O senador Cícero Lucena (PSDB-PB) disse estar preocupado com eventual prejuízo à indústria nacional e pediu que os senadores da CAE fiquem atentos a isso. O relator do projeto na CE, senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu que as indústrias nacionais de instrumentos musicais recebam também o benefício. Já o presidente da CE, senador Flávio Arns (PT-PR), sugeriu que, na hipótese de haver equivalente no Brasil, a importação não deverá ser permitida.

Comenda

A CE aprovou também nesta terça-feira projeto de resolução (PRS 62/08) que cria a Comenda de Direitos Humanos Dom Helder Câmara. A condecoração premiará personalidades que ofereçam relevante contribuição em favor dos direitos humanos no Brasil.

O relator Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) enfatizou a atuação social e política do arcebispo emérito de Olinda e Recife (PE), acrescentando que dom Hélder teve posição firme contra a ditadura militar (1964-1985). Garibaldi também observou que o religioso sempre defendeu os menos favorecidos.

De acordo com o projeto, a comenda será conferida em sessão especial a ser realizada no mês de dezembro de cada ano, a cinco personalidades. Os nomes dos indicados, determina a proposta, serão encaminhados à Mesa Diretora até o dia 1º de agosto. A seleção dos indicados será feita por Conselho com representante de cada partido com assento no Senado.

Iara Farias Borges / Agência Senado

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Artistas defendem fãs que baixam músicas na internet

da EFE, Londres

Um grupo de músicos, formado pelo guitarrista Ed O'Brien, do Radiohead, e pelos cantores Robbie Williams, Annie Lennox e Billy Bragg criticou nesta quinta-feira (12) uma proposta que quer tornar crime o ato de baixar músicas pela internet.

Orkut perde sua maior comunidade para troca de músicas

Na noite de terça-feira (11), a The Featured Artists Coalition, que reúne mais de 140 bandas ou cantores, votou majoritariamente contra o processo judicial de fãs por esse motivo.

J. Scott Applewhite/Lindsey Parnaby/AP/Efe

Os músicos transferirão essa opinião majoritária ao secretário de Estado para as Comunicações britânico, lorde Carter, que sugeriu a possibilidade de classificar essas ações como crime, segundo informa hoje o jornal "The Independent".

Um dos músicos, Billy Bragg, declarou ao jornal que "a indústria musical não pode seguir por esse caminho" com medidas protecionistas que equivalem "a colocar a pasta de dente de volta no tubo".

"Os artistas deveriam ter o direito de poder decidir quando sua música pode ser usada gratuitamente e quando é preciso pagar por ela", disse Bragg.

A coalizão, criada para defender os direitos dos músicos no mundo digital, também quer que empresas como YouTube e MySpace remunerem os músicos quando usarem suas composições em publicidade.



Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u533491.shtml

quinta-feira, 5 de março de 2009

Dia da Música Clássica é celebrado em todo o Brasil

Aniversário de Villa-Lobos


Desenho de Bruno Liberati - Portal VivaMúsica!

Exclusivo Em 2005, profissionais do setor se reuniram para decidir o dia da celebração da música clássica. A data escolhida, 5 de março, celebra o nascimento do compositor Villa-Lobos, principal nome da música clássica brasileira. Também concorriam os aniversários de Carlos Gomes e José Maurício Nunes Garcia. Ouvintes da rádio MEC, na época, puderam participar da escolha.

O Dia da Música Clássica é oficial na cidade do Rio de Janeiro desde 2006, por decreto do prefeito César Maia. No estado, o governador do Rio, Sérgio Cabral, assinou na Assembléia Legislativa uma lei que oficializou a data. No dia 13 de janeiro deste ano, o Presidente da República instituiu, através de decreto, o dia 05 de março como o Dia Nacional da Música Clássica.

Confira a programação para hoje de música clássica no Brasil:

Comemorações no Rio de Janeiro

Na capital, as comemorações pelo 5 de março começarão cedo, às 10h. Haverá uma homenagem na Câmara Municipal, com entrega de moções de congratulação a personalidades e instituições da cena clássica carioca. A iniciativa é da vereadora Aspásia Camargo (PV).

O Museu Villa-Lobos realiza o evento “Villa-Lobos e Eu”, no qual músicos que conviveram com o patrono dos clássicos relatam suas experiências ao lado do mestre, às 14h, entrada gratuita.

No Conservatório Brasileiro de Música o dia será de portas abertas para uma “Maratona Clássica”, com seis horas de concertos e palestras gratuitos.

O filme “Villa-Lobos – Uma vida de paixão”, de Zelito Viana, será exibido no
Centro Municipal de Referência da Música Carioca, às 15h. O evento é gratuito. A programação do mês, que vai do dia 5 ao 26 de março, terá Villa-Lobos como tema de todos os concertos e filmes.

Sala Baden Powell (às 20h30), Série Música no Museu e Igreja da Candelária (ambos às 18h30) também realizarão concertos especiais pelo Dia da Música Clássica.

Será realizado um evento musical na estação Central do Brasil, a partir das 17h. O evento, uma “intervenção musical” com o Quinteto Villa-Lobos, tem como idéia apresentar meia hora de música clássica no saguão do “Espaço Cultural Fernanda Montenegro”.

O VivaMúsica! reverencia Villa-Lobos na Confeitaria Colombo com o Duo Milênio às 12h15 no mesmo local onde Villa-Lobos ganhava a vida como violoncelista antes da fama. Confeitaria Colombo: Rua Gonçalves Dias, 32 - Centro. Grátis.

O Centro Cultural Banco do Brasil, que fica na Rua Primeiro de Março, no Centro, terá apresentação da PianOrquestra, ao 12h30.

Comemorações em São Paulo

Osesp abre temporada com seu novo maestro, Yan Pascal Tortelier. Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp). Yan Pascal Tortelier, regente. Sala São Paulo - Pça. Julio Prestes, s/n – Luz. Tel.: (11) 3367-9500. R$ 30 a R$ 104. Há meia-entrada para estudantes e idosos.

No CCSP haverá Concerto ao meio-dia na Sala Adoniran Barbosa. 5 de Cordas com: Luiz Amato e Mauricio Takeda (violinos), Newton Carneiro (viola), Adriana Holtz (violoncelo) e Gê Côrtes (contrabaixo). Entrada franca (a bilheteria será aberta com duas horas de antecedência).


Comemorações no Nordeste

Para comemorar o primeiro ano da nova data, o Governo do Estado, através da Fundação José Augusto, realiza o evento “Música Clássica: um direito de todos”. Nesta quinta-feira, as portas do Teatro Alberto Maranhão estarão abertas, gratuitamente, para apresentar 10 atrações do cenário da música clássica potiguar.

Comemorações no Centro-Oeste

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande realiza às 20 horas, no Museu Dom Bosco, no Parque das Nações Indígenas, no Mato Grosso do Sul, concerto especial com convidados em homenagem ao compositor Villa Lobos. Além de Villa Lobos, o concerto terá também obras de Georges Bizet, Guerra Peixe, Antonio Vivaldi e Piotr Tchaikovsky.

Daniele Carvalho -http://www.opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=22391